A perda de pessoas especiais, é muito difícil. Aquelas que tocam o coração de forma única, que são essência, deixam um imenso vazio, é o que sinto hoje, tristeza e dor.
Aí fico lembrando que estamos aqui nessa jornada de aprendizado que é a vida. E depois partimos, uns antes outros depois, deixam saudade, ótimas vivências, ótimas lembranças. E são exemplos de como “ser humano”, de se tornar humano.
Deixam um rastro luminoso, um legado de coragem, Fe, resiliência, gentileza, cuidado, amor auxiliador…… É um privilégio imenso vivenciar com pessoas assim, auxiliar e ser auxiliado. Meu coração transborda de alegria, por saber que a pessoa se libertou e também de dor de não ver mais a pessoa, por não ouvir sua voz e seus ensinamentos.. Mas aqui é só mesmo, um tempo de aprendizado.
A música do Milton Nascimento, me vem na memória: Canção da América
” Amigo é coisa pra se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção
Que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver seu amigo partir
Mas quem ficou no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Amigo é coisa pra se guardar
Do lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam não
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir a voz que vem do coração
Pois seja o que vier
Venha o que vier
Qualquer dia, amigo
Eu volto a te encontrar
Qualquer dia, amigo
A gente vai se encontrar
Seja o que vier
Venha o que vier
Qualquer dia, amigo
Eu volto a te encontar
Qualquer dia, amigo
A gente vai se encontrar”
